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Indenizações por enchentes no Rio Grande do Sul chegam a R$ 3,88 bilhões com mais de 48 mil pedidos de compensação

As enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul deixaram um rastro de destruição, impactando não só as residências, mas também as empresas e os veículos dos moradores atingidos. De acordo com dados divulgados pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), até o momento foram contabilizados 48.870 pedidos de indenizações, totalizando um montante de R$ 3,88 bilhões no estado.

O aumento significativo no número de solicitações, em comparação com os dados anteriores divulgados em maio, reflete a gravidade da situação enfrentada pelos gaúchos. O setor residencial e habitacional é o que lidera em pedidos de indenizações, com 22,6 mil requisições, seguido pelo setor de grandes riscos, que engloba as empresas afetadas, e pelo setor de automóveis.

O presidente da CNSeg, Dyogo Oliveira, ressaltou que a tendência é que os números continuem crescendo nas próximas semanas, uma vez que a situação no Rio Grande do Sul ainda não está estabilizada. Ele também destacou a agilidade das seguradoras em atender e efetuar os pagamentos das indenizações, apesar dos desafios enfrentados, como as vistorias em locais alagados.

Oliveira tranquilizou a população ao afirmar que as empresas do setor estão preparadas e possuem capacidade financeira para arcar com os valores dos sinistros. Além das reservas técnicas obrigatórias, as seguradoras contam com ativos financeiros próprios e com o sistema de resseguro nacional e internacional para garantir a cobertura dos prejuízos causados pelas enchentes.

Diante do cenário desafiador e da alta demanda por pagamentos de indenizações, a solidariedade e a eficiência das seguradoras se mostram essenciais para auxiliar os moradores do Rio Grande do Sul a reconstruírem suas vidas e seus negócios após essa tragédia natural.

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