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BC Intensifica Medidas de Segurança em Transferências Eletrônicas para o Exterior

BC Intensifica Medidas de Segurança em Transferências Eletrônicas para o Exterior

30 de abril de 2026

Autores:

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil


A partir de outubro, novas diretrizes de segurança e transparência serão implementadas no serviço de pagamento ou transferência eletrônica internacional, conhecido como eFX. Nesta quinta-feira (30), o Banco Central (BC) anunciou a aprovação de uma resolução que limita essa operação a instituições previamente autorizadas pelo órgão.

O BC esclareceu que instituições não autorizadas poderão continuar a realizar transações por meio do eFX, desde que solicitem até maio de 2027 a aprovação para operar sob as novas regras.

Com a nova resolução, as instituições que oferecem o serviço passarão a enviar relatórios detalhados mensalmente ao BC. Além disso, será exigido o uso de contas separadas para a movimentação de recursos dos clientes que utilizam o eFX.

Segundo o BC, as novas regulamentações são fruto de uma consulta pública realizada em 2025 e buscam alinhar a legislação nacional aos padrões internacionais de compliance e segurança.

Novas Oportunidades

Apesar da adoção de medidas mais rigorosas, o BC ampliou a utilização do serviço eFX, agora permitindo investimentos no mercado financeiro e de capitais tanto no Brasil quanto no exterior. O limite para cada transação é definido em US$ 10 mil, igualando-se aos demais tipos de operações.

Regulamentado em 2022, o eFX destina-se a diversos propósitos:

  • Pagar compras realizadas no exterior;
  • Contratar serviços internacionais;
  • Executar transferências de recursos.

Vale ressaltar que, ao contrário das transações cambiais tradicionais, o eFX não requer contratos individuais para cada operação.



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