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No dia 14 de março de 2018, entre 14h e 15h, o suspeito recebeu a informação, por telefone, do local onde Marielle estaria, na Lapa. Em seu depoimento, ele afirmou: “Acionei o Élcio minutos depois, ele falou que estava trabalhando, mas que ia resolver. E deu um jeito: logo depois, ele retornou e disse que só tinha que passar em casa.”
Ele então abriu o computador, pegou a foto da Marielle e a enviou para Queiroz.
“Ele chegou na minha casa 17h05, 17h07, deixou o carro na minha casa. Saímos no meu carro, deixamos meu carro na avenida Lucio Costa, na Barra, e partimos para lá”, relatou o suspeito.
Execuções
“O carro dela saiu. Esperamos ela sair. Eles embarcaram no carro e nós fomos atrás. Olhei todos entrar. A Marielle no banco traseiro na direita, ao lado esquerdo a Fernanda e no volante o Anderson”, disse o réu confesso.
Neste depoimento, o autor do crime detalhou sua participação no assassinato de Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro. Segundo as informações obtidas, ele e seu comparsa observaram a vítima chegando em seu carro no local do evento. Aguardaram a saída de Marielle, acompanharam o veículo e realizaram a execução.
Os relatos do suspeito são chocantes e revelam a frieza com que o crime foi planejado e executado. A sociedade clama por justiça diante de tamanha crueldade e impunidade.