
Reféns mortos no cativeiro do Hamas: uma tragédia anunciada
Nos últimos dias, uma triste notícia abalou o mundo: o assassinato de reféns que estavam sob custódia do Hamas por quase 11 meses. O atraso na assinatura de um acordo de libertação foi apontado como o principal fator que levou a essas mortes e de outros indivíduos.
O jovem Goldberg-Polin, capturado em um festival de música nas proximidades de Gaza, foi uma das vítimas, conforme mostrado em um vídeo divulgado pelo grupo Hamas no final de abril. Ele tinha apenas 23 anos e sonhava em viajar pelo mundo, conforme relatou o presidente Biden. Seus pais foram destacados como exemplos de coragem e resiliência diante de circunstâncias tão dolorosas e inimagináveis.
O presidente dos Estados Unidos prometeu que os líderes do Hamas seriam responsabilizados pelos crimes cometidos e reafirmou o compromisso de trabalhar incansavelmente para garantir a libertação dos demais reféns ainda em cativeiro.
A vice-presidente Kamala Harris também se pronunciou de forma contundente, condenando a brutalidade do Hamas e convocando a comunidade internacional a fazer o mesmo. Harris, que é a candidata democrata à sucessão de Biden, assegurou que ambos estão empenhados em libertar não apenas os norte-americanos, mas todos os reféns retidos em Gaza.
Em declaração dada em Rehoboth Beach, Delaware, Biden expressou seu otimismo em relação a um possível acordo de cessar-fogo para encerrar o conflito. O mundo aguarda por desdobramentos e soluções que possam evitar novas tragédias como essa.