
Durante seu depoimento na CPI, Delgatti afirmou que a campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) planejou forjar a invasão de uma urna eletrônica durante as comemorações do 7 de Setembro de 2022, menos de um mês antes das eleições. Além disso, ele também revelou que Bolsonaro teria pedido para que assumisse a autoria de um grampo de conversas envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o hacker, ele teria aceitado o pedido do ex-presidente, feito através de um telefonema intermediado pela deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), mas ressaltou que nunca teve acesso ao suposto grampo.
Essas revelações causaram grande impacto dentro do partido, levando Valdemar Costa Neto a convocar uma reunião de emergência para discutir a situação e decidir qual postura o PL deverá adotar diante das acusações feitas por Delgatti. Afinal, tais denúncias envolvem diretamente o presidente do partido e também colocam em xeque a lisura das eleições presidenciais.
É importante ressaltar que essas declarações ainda são apenas afirmações feitas por Delgatti, sem que haja provas concretas até o momento. No entanto, a gravidade das acusações exige uma resposta rápida e clara por parte do PL, que terá que lidar com possíveis repercussões políticas e jurídicas decorrentes dessas revelações.
Esta situação reforça a importância de uma investigação minuciosa por parte das autoridades competentes, a fim de esclarecer os fatos e determinar a veracidade das declarações do hacker. Enquanto isso, o PL terá que lidar com a repercussão dessas acusações dentro do partido e também no cenário político nacional.
LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar cinco acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.