DestaqueDiário do Rio

Exoneração de diretor do Museu da República gera polêmica no meio cultural do Rio de Janeiro




Exoneração de diretor do Museu da República causa polêmica no meio cultural carioca

A presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Fernanda Castro, gerou controvérsias ao exonerar Mário Chagas do cargo de diretor do Museu da República, localizado no bairro do Catete, no Rio de Janeiro. A decisão, tornada pública na última semana, provocou incômodo entre diversos membros do meio cultural carioca.

Funcionários do Museu da República se uniram para redigir uma carta-manifesto em protesto contra a exoneração de Mário Chagas. A justificativa para sua remoção do cargo foi alegada como falta de alinhamento com as diretrizes do Ibram e do Ministério da Cultura (MinC). “Quais seriam exatamente essas orientações e esse alinhamento requeridos? Vemos essa medida como uma intervenção no Museu da República”, expressa a carta contrária à decisão.

Vale ressaltar que Mário Chagas foi selecionado para o cargo por meio de um processo de chamada pública, e seu mandato estava previsto para se estender até o ano de 2026.

“Mário é amplamente reconhecido por seu envolvimento com a museologia popular. Portanto, sua exoneração foi considerada por muitos como extremamente injusta”, afirmou Dona Penha, residente da Vila Autódromo e colaboradora do Museu das Remoções.


Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo