
RPM: Guitarrista recorre de decisão sobre exclusão de Paulo Ricardo
O guitarrista já recorreu da decisão.
Ele disse à Justiça que, após várias idas e vindas do RPM, Paulo Ricardo foi excluído da banda por ter descumprido contratos, assim como um acordo judicial com os demais integrantes.
“A bem da verdade Paulo Ricardo, desde a fundação da banda, sempre teve como foco principal o individualismo e sua carreira solo e nunca teve o mesmo espírito de grupo que os demais integrantes”, afirmou.
Deluqui declarou no processo que, um documento assinado em 2011 por todos os membros, “assegura a continuidade da banda mesmo com a saída, voluntária ou não, substituição ou exclusão de qualquer dos seus integrantes”.
O guitarrista afirmou que, em momento algum, o RPM engana seu público, uma vez que sempre deixa claro quem são os novos integrantes, não se utilizando jamais da imagem de Paulo Ricardo.
“Alteração na formação de bandas de rock, nacionais ou internacionais, é algo muito corriqueiro e, por óbvio, as bandas prosseguem com suas atividades e com os nomes pelos quais são conhecidas, sem que isso possa representar qualquer conduta enganosa em relação a seus fãs e ao público em geral”, declarou o guitarrista no processo.
Com a decisão de exclusão de Paulo Ricardo do RPM, o guitarrista recorreu apresentando sua defesa diante da Justiça. Segundo ele, o músico foi retirado da banda devido a descumprimento de contratos e de um acordo judicial estabelecido previamente.
Deluqui ainda ressaltou que desde a fundação do grupo, Paulo Ricardo sempre demonstrou um foco maior em sua carreira solo, sendo individualista e sem o mesmo espírito de grupo dos demais integrantes. Ele destacou também que um documento assinado por todos os membros em 2011 garantia a continuidade da banda, mesmo com possíveis saídas ou substituições de integrantes.
O guitarrista afirmou que a banda nunca enganou seu público em relação às mudanças na formação, sempre transparente quanto aos novos membros que passaram a integrar o RPM. Ele ressaltou que alterações nas bandas de rock são comuns e não representam conduta enganosa, mantendo a identidade e o nome pelo qual são conhecidas.