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Gravuras ancestrais em ilhas dos Martírios reafirmam tese de professor sobre culturas americanas e suas relações com o sol.






Descobertas Arqueológicas Revelam Possível Ligação Entre Civilizações Antigas e Tribos Indígenas Atuais

Descobertas Arqueológicas Revelam Possível Ligação Entre Civilizações Antigas e Tribos Indígenas Atuais

Um novo estudo arqueológico trouxe à tona descobertas incríveis envolvendo gravuras feitas por indígenas ancestrais das tribos Tupi e Aruak, reafirmando a tese do professor Rafael Girard, especialista em civilizações e culturas americanas, sobre os Martírios.

Equipe que participou da expedição
Equipe que participou da expedição – Imagem: Arquivo pessoal

Segundo o pesquisador responsável pelo estudo, essas gravuras encontradas em diversas ilhas indicam a possível utilização desses locais por comunidades indígenas pré-coloniais para rituais ou cultos. As imagens remetem à veneração dos povos ancestrais americanos ao sol, semelhante ao que ocorria com os incas e maias em suas respectivas civilizações.

Eudes Leopoldo, renomado arqueólogo, destaca que para os incas o Deus Sol era a principal divindade, chegando a erguer o templo do Sol, conhecido como Inti Kancha. Já os maias também veneravam divindades solares, sendo a Pirâmide do Sol um dos principais monumentos construídos por esse povo.

Em tempos de mudanças climáticas, essas descobertas arqueológicas levantam reflexões sobre a importância de nos aproximarmos das pedagogias ancestrais para enfrentar desafios contemporâneos, como o aquecimento global. Eudes Leopoldo destaca que essa cosmovisão busca o equilíbrio e a harmonia nas relações entre sociedade e natureza, ressaltando a relevância de valorizarmos e aprendermos com as tradições antigas.


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