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Alexandre de Moraes reforça segurança após mensagens revelarem busca por proteção no submundo policialesco durante campanha de 2022.



Segurança de magistrados em destaque

Segurança de magistrado é coisa séria

No limite, as garantias à integridade física do juiz tornam mais íntegras as decisões judiciais. No Supremo Tribunal Federal, a proteção deve ser suprema. Além da possibilidade de acionar a Polícia Federal e as policiais estaduais, a Corte dispõe de sua própria Secretaria de Segurança. Nesse contexto, o ministro Alexandre de Moraes encontrou-se sob intensa pressão, resultante da sua atuação no cenário político do país.

Mensagens trocadas via WhatsApp revelaram um momento de tensão durante a campanha presidencial de 2022. Subordinados de Moraes buscaram proteção para o ministro e seus familiares, envolvendo-se em uma excursão por um submundo policialesco. Essa situação levou o Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral a serem colocados sob os holofotes da opinião pública.

Um dos principais personagens desse episódio é o policial militar Wellington Macedo, lotado no gabinete de Moraes no STF. Ele encaminhou ao chefe do setor de combate à desinformação do TSE, Eduardo Tagliaferro, requisições típicas de uma delegacia de polícia. Entre as demandas, estavam a suspeita de vazamentos de dados pessoais e a identificação de autores de ameaças ao ministro e seus familiares.

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