
Em um comunicado, Ferreirinha afirmou que as equipes da prefeitura estão acompanhando de perto a situação, com o objetivo de minimizar os danos causados por essa guerra na vida dos cariocas, em especial dos alunos e profissionais da educação.
Diante dos ataques, a cidade do Rio de Janeiro entrou em estado de mobilização, de acordo com o Centro de Operações da Prefeitura. Essa é a segunda fase em uma escala de cinco níveis, indicando que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade. O órgão ainda alerta para a possibilidade de uma nova mudança de estágio, dependendo de outros fatores.
Segundo a Polícia Civil, os ataques foram motivados pela morte de Matheus da Silva Resende, de 24 anos, sobrinho de um miliciano, durante um confronto com policiais. O sobrinho, conhecido como Teteu ou Faustão, era membro ativo do grupo miliciano liderado por seu tio, Luis Antônio da Silva Braga, mais conhecido como Zinho.
Nas redes sociais, o governador Cláudio Castro (PL) elogiou a operação contra a milícia e destacou que Faustão atuava como “homem de guerra” do grupo paramilitar, sendo responsável pelas guerras territoriais que têm aterrorizado os moradores do Rio.
As autoridades estão empenhadas em investigar e manter a segurança da população carioca diante dessa onda de violência. A suspensão das aulas nas escolas municipais da zona oeste é uma medida de precaução para proteger os estudantes e profissionais da educação enquanto a situação se acalma.
Enquanto isso, a população espera por ações efetivas e respostas do poder público para combater a violência e garantir a paz na cidade. Ações como os ataques aos ônibus não podem ser toleradas, e é fundamental que sejam tomadas medidas para evitar que situações como essa se repitam, garantindo a segurança e o bem-estar dos cidadãos cariocas.
De acordo com as informações divulgadas pelos veículos de imprensa, a notícia foi redigida por Fábio Munhoz, com contribuições de João Victor Azevedo, Catarina Nestlehner, Letícia Cassiano e Marcos Rosendo, da CNN, e do Estadão Conteúdo.