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Em 31 de janeiro de 2021, a família da representante comercial Érica Fernandes viveu uma tragédia que abalou a todos. Érica, uma palmeirense apaixonada, foi brutalmente assassinada pelo seu marido, o empresário corintiano Leonardo Souza Ceschini. A discussão, que ocorreu após um jogo de futebol, terminou em tragédia e deixou Elide Maria Fernandes Alves, mãe de Érica, destroçada.
Desde então, Elide relata que não consegue segurar as lágrimas ao deitar-se todas as noites. O luto pela perda da filha é uma dor que tem acompanhado a família todos os dias. Elide, em entrevista emocionada, desabafou sobre a ausência de Érica e o vazio que o crime deixou em suas vidas.
A história de Érica Fernandes é mais um triste exemplo da violência doméstica, que ceifa a vida de tantas mulheres todos os dias no Brasil. A família agora enfrenta o desafio duplo de lidar com a perda e lutar para garantir a proteção das crianças envolvidas nesse trágico episódio.
Além de Érica, o casal tem duas crianças, que agora estão sob os cuidados de Elide. A avó, que já perdeu a filha, tem se esforçado para proteger e cuidar dos netos, ao mesmo tempo em que busca justiça pelo crime que tirou a vida de Érica.
Elide, com o apoio de sua outra filha, Aline Fernandes, tem lutado na justiça para garantir que os responsáveis por esse homicídio sejam punidos. A família busca por justiça não apenas como forma de honrar a memória de Érica, mas também como uma forma de proteção para outras mulheres que são vítimas de violência doméstica.
Aos 62 anos, Elide não desiste de sua luta e se tornou uma voz perseverante na busca por justiça. Com o auxílio de advogados especializados e o apoio de organizações de combate à violência contra a mulher, a família de Érica tem enfrentado um longo caminho judicial.
O caso de Érica Fernandes é mais um triste exemplo do quanto a violência doméstica ainda persiste em nossa sociedade. É necessário que todos estejamos atentos e engajados na luta contra esse tipo de crime, para que mais famílias não tenham que enfrentar a dor de perder um ente querido de forma tão brutal e injusta.