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Salário mínimo deveria ser de R$ 3740, aponta Dieese

Salário mínimo deveria ser de R$ 3740, aponta Dieese

12 de abril de 2016

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Cesta básica mais cara é a de Brasília , com custo de R$ 444,74  (Flickr/Polycart/© Empiricus Consultoria e Negócios Ltda)
Cesta básica mais cara é a de Brasília , com custo de R$ 444,74
(Flickr/Polycart/© Empiricus Consultoria e Negócios Ltda)

 

O valor necessário para suprir as necessidades básicas de uma família de quatro pessoas por um mês, considerando os itens determinados pela Constituição, deveria ser 4,25 vezes mais que o salário mínimo de R$ 880 em vigor em março (ou R$ 3.750). Os dados são do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Segundo o texto da Constituição, o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

O cálculo do Dieese foi feito com base na cesta básica mais cara observada em março, de Brasília, com custo de R$ 444,74. A segunda cesta básica mais cara foi observada em São Paulo (R$ 444,11), seguida por Florianópolis (R$ 441,06). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 325,98), Maceió (R$ 342,55) e Rio Branco (R$ 342,66)

Em média, o trabalhador brasileiro precisou trabalhar 96 horas e 24 minutos para adquirir os produtos da cesta básica.

Veja abaixo as dez cidades com a cesta básica mais cara em março, a parcela do salário mínimo comprometida com o gasto, o tempo de trabalho necessário para comprar os itens e a variação de preço no primeiro trimestre do ano:

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