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Nove clínicas de estética foram interditadas em diversos bairros de cidades no Rio de Janeiro. Além das interdições, dezessete foram autuadas por irregularidades como produtos impróprios.
A fiscalização foi feita nesta quinta-feira (25), pelo Procon do Estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ).
A “Operação Afrodite” teve o objetivo de fiscalizar 25 clínicas na capital e nas cidades de Niterói e São João de Meriti.
Durante a operação, os fiscais encontraram estabelecimentos funcionando com diversas irregularidades:
- Falta de documentação exigida pelos órgãos regulatórios
- Aplicação de ozônio de forma não permitida e por profissional não habilitado
- Câmaras de bronzeamento, proibida pela Anvisa
- Produtos vencidos, alguns desde 2022
- Produtos sem especificação quanto à manipulação
Segundo o presidente do Procon-RJ, Cassio Coelho, essas operações são extremamente importantes para preservar a saúde e a vida do consumidor.
“Embora muitos procedimentos sejam considerados seguros, complicações podem ocorrer, incluindo infecções, reações alérgicas, resultados insatisfatórios e até casos de pessoas que vão a óbito”, explicou o presidente.
De acordo com Procon, fiscalizações em clínicas de estética têm sido feitas regularmente.
O intuito, segundo órgão, é garantir que os estabelecimentos estejam funcionando de acordo com o que é previsto em lei.
Os alvarás de funcionamento adequados, profissionais capacitados, em ambientes limpos e produtos dentro da validade são exigidos pelos órgãos de regulação.
*Sob supervisão
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Nove clínicas de estética foram alvo de uma operação do Procon-RJ nesta quinta-feira (25) no Rio de Janeiro. A iniciativa, denominada “Operação Afrodite”, resultou na interdição de nove clínicas, enquanto outras dezessete foram autuadas por irregularidades, como o uso de produtos impróprios.
Durante a fiscalização realizada em 25 estabelecimentos na capital e nas cidades de Niterói e São João de Meriti, os fiscais constataram uma série de irregularidades. Entre elas, a falta de documentação exigida pelos órgãos regulatórios, a aplicação de ozônio de forma inadequada e por profissionais não qualificados, a presença de câmaras de bronzeamento – proibidas pela Anvisa -, produtos vencidos, alguns desde 2022, e a ausência de especificações sobre a manipulação de produtos.
O presidente do Procon-RJ, Cassio Coelho, enfatizou a importância dessas operações para a proteção da saúde e da vida dos consumidores. Ele ressaltou que, embora muitos procedimentos sejam considerados seguros, complicações podem surgir, incluindo infecções, reações alérgicas, resultados insatisfatórios e até mesmo óbitos.
O Procon tem realizado fiscalizações regulares em clínicas de estética com o objetivo de garantir o cumprimento da legislação vigente. A exigência de alvarás de funcionamento adequados, a presença de profissionais capacitados, o funcionamento em ambientes limpos e a utilização de produtos dentro do prazo de validade são requisitos essenciais para o controle desses estabelecimentos.
Portanto, a ação do Procon-RJ visa assegurar que as clínicas de estética operem de acordo com as normas estabelecidas, garantindo a segurança e a qualidade dos serviços prestados aos consumidores. A sociedade deve estar atenta a essas irregularidades e denunciar práticas suspeitas, contribuindo assim para a proteção do público que busca por serviços de estética.
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