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Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro tenta vender esculturas douradas nos EUA, mas PF aponta pouco valor por não serem de ouro puro.




Ex-assessor de Bolsonaro tentou vender presentes recebidos em viagens internacionais

Ex-assessor de Bolsonaro tenta vender presentes recebidos em viagens

O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid, se envolveu em uma polêmica ao tentar vender nos Estados Unidos dois presentes recebidos por Bolsonaro em viagens internacionais. As esculturas douradas de uma palmeira e um barco, que supostamente teriam pouco valor por não serem feitas inteiramente de ouro, foram alvo de investigação da Polícia Federal.

De acordo com um relatório divulgado pela PF ontem, as esculturas não atenderiam às expectativas de possíveis compradores por não serem de ouro maciço. Mauro Cid teria tentado negociar os presentes em solo norte-americano, porém, não obteve sucesso devido à falta de pureza do material utilizado na confecção das peças.

Essa tentativa de venda dos presentes recebidos por Bolsonaro levantou questionamentos sobre a ética e a legalidade das ações do ex-assessor. A Polícia Federal segue investigando o caso para verificar se houve algum tipo de crime ou irregularidade nessas negociações.

É importante ressaltar que presentes recebidos por autoridades em viagens oficiais são considerados patrimônio público e não devem ser objeto de comércio, principalmente quando se trata de peças com valor simbólico e representativo para o país.

Até o momento, tanto Bolsonaro quanto Mauro Cid não se pronunciaram sobre o caso. A sociedade aguarda por mais esclarecimentos e transparência nessa situação que pode comprometer a imagem do ex-presidente e de seus colaboradores.


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