Ir para o conteúdo

Lei Rouanet Acessível: CNIC Itinerante Realiza Sua 11ª Edição em Caxias do Sul

Lei Rouanet Acessível: CNIC Itinerante Realiza Sua 11ª Edição em Caxias do Sul

13 de maio de 2026

Autores:

Redação


O Ministério da Cultura deu um passo significativo ao realizar a 11ª edição itinerante da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), reafirmando seu compromisso com a nacionalização da Lei Rouanet. O evento, que visa estreitar laços com produtores culturais, artistas, gestores e empresários, ocorreu em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e incluiu plenárias, encontros setoriais, palestras e visitas a projetos que recebem incentivos.

A CNIC é um órgão colegiado essencial que orienta as decisões do Ministério em relação aos projetos apresentados na Lei Rouanet. Composta por 21 representantes da sociedade civil e do poder público, a comissão atua de forma voluntária na avaliação das propostas culturais.

Erica Freddi, coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, salientou que o formato itinerante é crucial para democratizar o acesso às políticas culturais. “A itinerância promove uma aproximação importante entre os membros da comissão e a sociedade local. É um passo fundamental para nacionalizar a cultura e estimular a participação do empresariado na região, assegurando recursos para projetos culturais locais. Também realizamos visitas a campo para que nossos comissários possam entender melhor as realidades desses projetos”, afirmou.

Além das análises de propostas, o evento ofereceu atividades práticas que esclareceram o funcionamento do mecanismo de incentivo, além de visitas a espaços culturais beneficiados pela lei, fortalecendo o vínculo entre agentes culturais e o Ministério da Cultura.

Francielle Oliveira, produtora cultural e conselheira municipal de cultura de Galópolis, destacou como esse contato direto é vital. “Essas formações e o acesso humanizado são essenciais. É diferente ler informações online e poder dialogar com quem está por trás do processo. Esses encontros são oportunidades para esclarecer dúvidas e abrir portas”, disse.

A itinerância também propiciou discussões sobre diversidade cultural e os desafios enfrentados por grupos e comunidades na busca por financiamento. Márcio Alendi, vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil, destacou a relevância da presença da CNIC nos territórios. “Essa aproximação é fundamental. Representamos uma parte cênica da cultura cigana, e frequentemente enfrentamos dificuldades em conseguir patrocinadores. Estar em contato com o Ministério da Cultura permite que levemos informações importantes sobre a cultura cigana e sua contribuição para nossa sociedade”, afirmou.

As edições itinerantes da CNIC são realizadas a cada dois meses, e está previsto que a próxima edição ocorra na região Centro-Oeste. Para mais informações, acesse o site do Ministério da Cultura.



Link da Fonte

Compartilhe:

Compartilhe emfacebook
Compartilhe emtwitter
Compartilhe emlinkedin

Mais lidas