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Comércio Varejista Brasileiro Registra Crescimento de 0,5% em Março, Marcando o Terceiro Mês Seguinte de Resultados Positivos

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Comércio Varejista Brasileiro Registra Crescimento de 0,5% em Março, Marcando o Terceiro Mês Seguinte de Resultados Positivos

13 de maio de 2026

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Comércio Varejista Cresce 0,5% em Março e Mantém Alta pelo Terceiro Mês Seguida

O comércio varejista brasileiro registrou um crescimento de 0,5% no volume de vendas em março de 2026, em comparação a fevereiro, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na última quarta-feira (13). Este é o terceiro mês consecutivo de resultados positivos.

A média móvel trimestral apresentou um aumento de 0,6%. Comparando março de 2026 ao mesmo mês do ano anterior, o volume de vendas cresceu 4%, somando um ganho acumulado de 1,8% nos últimos 12 meses e 2,4% no ano.

Desempenhos positivos foram observados em cinco das oito atividades analisadas, destacando-se:

  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: 5,7%
  • Combustíveis e lubrificantes: 2,9%
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico: 2,9%
  • Livros, jornais, revistas e papelaria: 0,7%
  • Artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria: 0,1%

Entretanto, o setor enfrentou desafios, com quedas em duas categorias: móveis e eletrodomésticos (-0,9%) e hipermercados (-1,4%). A área de tecidos, vestuário e calçados permaneceu estável sem variações.

No âmbito do comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, além de materiais de construção, o aumento foi de 0,3% em março. Frente ao mesmo mês do ano anterior, o crescimento foi expressivo, totalizando 6,5%. A média móvel trimestral subiu para 0,8%.

Resultados positivos foram registrados em 19 dos 27 estados brasileiros, destacando Maranhão (3,8%), Amazonas (3,7%) e Piauí (3,5%). No entanto, estados como Bahia (-2,2%), Pernambuco (-2,0%) e São Paulo (-1,0%) apresentaram retração.

Esse panorama revela não apenas os desafios, mas também a resiliência do comércio nacional em um cenário econômico complexo, e a continuidade da recuperação pode oferecer novas oportunidades para o setor nos próximos meses. As próximas análises e relatórios do IBGE seguirão monitorando esses dados críticos para o comércio brasileiro.



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