Finalizado o período de testes, FGTS Digital entra em funcionamento em março, trazendo facilidades e otimização nos processos de recolhimento
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Durante o final de semana, os empregadores tiveram a oportunidade de acessar o sistema para conhecer suas funcionalidades e organizar seus processos internos. O FGTS Digital oferece diversas facilidades, como a geração de guias rápidas e personalizadas, simulação do valor da indenização compensatória, multa de 40% e a possibilidade de realizar esse tipo de simulação para vários trabalhadores de forma simultânea, entre outras funcionalidades.
Além disso, o Pix foi escolhido como meio de pagamento do FGTS, o que deve otimizar o processo de individualização na conta do trabalhador. O sistema também irá utilizar as informações de vínculo e de remuneração já inseridas no ambiente do eSocial, que tem por finalidade digitalizar e unificar o envio das informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas das empresas.
De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, o cadastro do empregador e as procurações registradas no sistema durante o período de Produção Limitada continuarão válidos e não serão apagados. O objetivo do FGTS Digital é melhorar a gestão, controle e transparência dos processos, com a diminuição dos custos operacionais incorridos pelo FGTS, redução das despesas com tarifas relativas ao recebimento das guias e garantia da segurança, integridade e confiabilidade dos dados e informações de recolhimento de FGTS.
Os débitos de competências anteriores à implementação do FGTS Digital continuarão sendo recolhidos por meio de guias emitidas pela Caixa Econômica Federal. A expectativa é que o novo sistema traga benefícios para os empregadores e trabalhadores, além de proporcionar uma gestão mais eficiente e transparente do FGTS.