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No entanto, a reação dos criminosos não demorou a acontecer. Logo após a ação policial, mais de 30 ônibus foram incendiados na capital fluminense. Segundo informações do Corpo de Bombeiros e do Centro de Operações do Rio, não há registro de vítimas ou feridos durante os ataques.
Esses veículos queimados afetaram diretamente a circulação na zona oeste, uma região densamente populosa da cidade. A MobiRio informou que as linhas do corredor Transoeste foram interrompidas por questões de segurança pública.
Diante dessa série de acontecimentos, a cidade do Rio de Janeiro entrou em estágio de mobilização, segundo comunicado do Centro de Operações da Prefeitura. Esse é o segundo nível em uma escala de cinco, o que significa que há riscos de ocorrências de alto impacto na cidade.
O Centro de Operações da Prefeitura também destacou que há a possibilidade de uma nova mudança de estágio, devido a outros fatores que podem surgir no decorrer desses conflitos.
Além disso, a prefeitura do Rio de Janeiro suspendeu as aulas das escolas municipais na região onde ocorreram os ataques. O secretário municipal de Educação, Renan Ferreirinha, enfatizou que estão acompanhando de perto a situação para minimizar os danos causados por essa guerra na vida dos cariocas, principalmente os alunos e profissionais da educação.
Infelizmente, episódios como esse ressaltam a violência que ainda assola o estado do Rio de Janeiro. O combate ao crime organizado é um desafio constante para as autoridades, que buscam manter a segurança e proteger a população. No entanto, esses confrontos muitas vezes têm consequências graves, como os incêndios nos ônibus e o impacto na rotina da cidade.
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