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Possível anistia a Bolsonaro é descartada no Congresso após traições e enfraquecimento político, avaliam colunistas.

Ninguém no Congresso está muito a fim de dar anistia ao Bolsonaro. Na eleição, ele mostrou ser capaz de trair até o PL e Valdemar [Costa Neto, presidente do partido]. Traiu a direita toda, o [Ronaldo] Caiado [governador de Goiás], Ratinho [Júnior, governador do Paraná], [Ricardo] Nunes [prefeito reeleito de São Paulo], [Pablo] Marçal… Traiu todo mundo.

Ninguém está pensando em deixar Bolsonaro como uma peça importante no jogo, por isso a anistia dançou. Ele teve que deixar isso para lá. Hoje, Bolsonaro é uma carta enfraquecida, quase invisível no baralho da política, inclusive da direita. Tales Faria, colunista do UOL

Na visão de Tales, só será possível discutir sobre uma possível anistia após a conclusão das investigações e a definição minuciosa da responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Bolsonaro está fazendo a mesma coisa do Lula. Ambos estão fazendo teatro. Não dá para discutir anistia agora se nem o processo foi finalizado. É preciso ver quem são os mandantes e o comprometimento de cada um. Depois disso, a sociedade avalia. Tales Faria, colunista do UOL

Josias: Valdemar deve querer se reaproximar de Lula da forma mais esquisita

O caso da falsa filiação de Lula ao PL deve esconder um desejo de reaproximação entre Valdemar Costa Neto e o presidente da República, ironizou o colunista Josias de Souza.

O clima no Congresso Nacional em relação a uma possível anistia ao presidente Jair Bolsonaro não é dos melhores. Após sua atuação na eleição, onde demonstrou trair diversos aliados, incluindo líderes da direita como Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior, Ricardo Nunes e Pablo Marçal, Bolsonaro se tornou uma figura enfraquecida no cenário político, conforme aponta o colunista Tales Faria, do UOL.

Faria ressalta que, de acordo com sua análise, a discussão sobre anistiar Bolsonaro só poderá ocorrer após a conclusão das investigações e a atribuição de responsabilidades a cada um dos envolvidos. A situação se torna mais complexa quando comparada ao caso do ex-presidente Lula, com ambos agindo de forma teatral e a sociedade aguardando os desdobramentos para avaliar.

Em relação ao PL e a possível falsa filiação de Lula, o colunista Josias de Souza sugere que haja um desejo de reaproximação entre Valdemar Costa Neto e o atual presidente, de forma peculiar e irônica.

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