
Júri popular dos acusados de assassinar Marielle Franco
Nesta quarta-feira (30), os acusados de serem os executores do assassinato da vereadora Marielle Franco em março de 2018, Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, vão a júri popular. O caso que chocou o Brasil e o mundo terá um desfecho importante com a decisão do júri.
A desinformação é um fator crucial que pode influenciar o julgamento e a percepção do júri. Para entender melhor esse cenário, a Lupa entrevistou diversas partes envolvidas no caso. O Ministério Público do RJ destacou a importância de combater fake news e garantir que o júri tenha acesso às informações corretas e verídicas.
O Instituto Marielle Franco, responsável por manter viva a memória da vereadora e lutar por justiça em seu nome, enfatizou a importância de um julgamento justo e imparcial. Para a instituição, a desinformação pode distorcer a percepção dos jurados e prejudicar o andamento do processo.
Por outro lado, a defesa dos réus argumenta que a divulgação de informações falsas e caluniosas pode comprometer a imparcialidade do julgamento. Eles ressaltaram a necessidade de garantir que a justiça seja feita com base em fatos concretos e provas consistentes.
O julgamento dos acusados do assassinato de Marielle Franco é um marco na luta por justiça e pelo fim da impunidade. Com a atenção da mídia e da sociedade voltada para esse caso emblemático, é fundamental que a verdade prevaleça e que a desinformação não tenha espaço no processo judicial.