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Em meio a pressões e polêmicas, Trump corteja eleitores religiosos na Geórgia antes de eleição decisiva em apenas oito dias.

Na reta final da campanha presidencial nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump intensificou seus esforços na Geórgia, um dos 7 Estados considerados cruciais para o desfecho das eleições. Em um evento do Conselho Consultivo Nacional da Fé, Trump cortejou os eleitores religiosos, afirmando que “este é um país que precisa de religião” e acusando a esquerda radical de tentar impedir a nova administração.

No entanto, a campanha de Trump enfrenta críticas após um comediante em um comício em Nova York ter feito um comentário ofensivo sobre Porto Rico, chamando a ilha de “ilha flutuante de lixo”. A repercussão negativa do episódio gerou reações de celebridades latinas e políticos de ambos os partidos, e a equipe do presidente se viu obrigada a se posicionar, afirmando que a piada não reflete as opiniões de Trump.

Com a votação antecipada presencial na Geórgia podendo totalizar até 70% das cédulas, a corrida eleitoral se intensifica. Cerca de 46 milhões de norte-americanos já votaram, incluindo mais de 2,8 milhões de pessoas no Estado da Geórgia e 1,9 milhão em Michigan, para onde a candidata Kamala Harris se dirigiu nesta segunda-feira.

O embate entre os candidatos Trump e Kamala abrange questões fundamentais, como o apoio à Ucrânia e à Otan, tarifas comerciais que podem desencadear confrontos econômicos, direito ao aborto, política tributária e princípios democráticos. As pesquisas tanto a nível nacional quanto nos Estados decisivos indicam uma disputa acirrada entre os dois candidatos, com a decisão final nas mãos dos eleitores.

Com a contagem regressiva para as eleições, a atenção do mundo se volta para os Estados Unidos, onde a escolha do próximo presidente do país mais poderoso do mundo está em jogo. O desfecho certamente terá repercussões globais e moldará os rumos da política internacional nos próximos anos.

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