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Clientelismo político e discurso de ódio: candidata do PT denuncia práticas nefastas na política local de Porto Alegre.

A política local virou uma política clientelista muito ruim. As pessoas, para acessarem o que é do direito delas hoje, na lógica que está imperando em Porto Alegre com a atual administração, precisam ter algum amigo ou aliado dentro da prefeitura. Isso tudo, o clientelismo político junto à extrema direita e ao discurso ideologizado, machista muitas vezes, racista outras tantas vezes, que ataca a esquerda simplesmente por ser esquerda, esse posicionamento de ódio é uma das chagas que a política gaúcha tem e que Porto Alegre também vive
Maria do Rosário (PT), em sabatina UOL/Folha


Apesar da vantagem do atual prefeito nas pesquisas mais recentes, a candidata do PT acredita que tem mais chances de crescer até o próximo domingo, em relação a seu adversário. “O presidente Lula (PT) ganhou aqui [em Porto Alegre, em 2022], e a eleição ainda não aconteceu. Eu vou para as urnas no domingo com grande chance. Pode estar acontecendo uma virada importante. Na segunda-feira, quando vocês forem analisar os resultados, talvez essa visão mais derrotista de vocês e de quem está olhando do centro do país não seja aquilo que nós estamos vivendo, caminhando nas ruas”, disse.


A sabatina foi conduzida pelo jornalista Diego Sarza, com participação dos repórteres Graciliano Rocha, do UOL, e Idiana Tomazelli da Folha.


Melo também foi convidado, mas não quis participar. Maria do Rosário já havia sido sabatinada em junho, no primeiro ciclo de entrevistas, que ouviu candidatos de 18 cidades do país. Melo recusou o convite também na ocasião.




Esperança do PT para reconquistar a prefeitura depois de 20 anos, Maria do Rosário disputa o cargo pela segunda vez. Em 2008, perdeu para o então prefeito, José Fogaça (MDB).

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