
Declarado inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Bolsonaro afirmou que “sofre perseguições”. “Estou inelegível porque primeiro abuso de poder político, reunindo embaixadores fora de época de campanha, o que eu ganhei politicamente me reunindo com embaixadores que é uma política privativa minha, depois abuso de poder econômico, acabou o 7 de setembro, ocupei o carro de som do pastor Silas Malafaia”, disse aos jornalistas.
“É uma perseguição ou não é?”, disse Bolsonaro, ao voltar a defender não ter havido tentativa de golpe no 8 de Janeiro. “Golpe como começa um estado de sítio. O presidente os conselhos da República, da defesa, solicitando autorização para decretar estado de sítio. Alguma dessas medidas foi tomada? Não. Não foi tomada. Podia estar nos Estados Unidos trabalhando tinha muita oportunidade por lá.”
Bolsonaro foi condenado por abuso de poder político e econômico. Além disso, foi condenado também por uso indevido de meios de comunicação sob a acusação de disseminar informações falsas sobre o processo eleitoral em reunião com embaixadores. Ele também foi condenado por utilizar eleitoralmente o evento de comemoração do 7 de Setembro em 2022.
Palanque de Nunes no evento reuniu teve também ex-presidente Michel Temer (MDB). O deputado federal Baleia Rossi (MDB) foi o primeiro político a citar a presença dos ex-presidentes na agenda de Nunes. Na sequência, Bolsonaro disse que ele e Temer foram “os melhores presidentes” do país. Outros nomes da extrema direita também foram citados, entre eles, o vereador eleito Lucas Pavanato (PL). Nesse momento, o cerimonialista disse: ‘Será daqui que sairá o próximo presidente da República’.