DestaqueUOL

G7 apoia “marcha irreversível da Ucrânia à Otan” em reunião de ministros da Defesa em Nápoles, com foco na guerra de agressão da Rússia.

Jornalismo Internacional

Neste sábado (19), os ministros da Defesa do G7 deram apoio à “marcha irreversível da Ucrânia rumo à plena integração euro-atlântica, incluindo a adesão do país à Otan”, a aliança militar de defesa ocidental.

“Ressaltamos nossa intenção de continuar prestando assistência à Ucrânia, incluindo assistência militar a curto e longo prazos” para ajudá-la a enfrentar a guerra de agressão por parte da Rússia, afirmaram os ministros do grupo, no final de um encontro em Nápoles. A Itália ocupa a presidência rotativa do G7 este ano. Além dos ministros da Defesa dos outros seis países-membros do grupo (Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, França, Alemanha e Japão), participaram das discussões representantes da União Europeia, da Otan e o ministro da Defesa ucraniano.

Em visita a Kiev neste sábado, o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, declarou que uma eventual participação de soldados norte-coreanos na frente de batalha ao lado das tropas russas representaria uma escalada “extremamente grave”.

“Seria (…) gravíssimo porque levaria o conflito a uma nova etapa, uma escalada adicional”, disse Barrot, durante uma coletiva de imprensa ao lado do colega ucraniano de pasta, Andrii Sybiha.

Para o ministro francês, “seria uma confirmação de que a Rússia de Vladimir Putin enfrenta sérias dificuldades para superar a resistência ucraniana, a ponto de ter de apelar à Coreia do Norte para vir com reforços”.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo