
Problemas causados pelo temporal em Cotia
No último temporal que atingiu a cidade de Cotia, diversas consequências graves foram observadas. O pronto-socorro infantil teve parte do seu teto arrancado, com pacientes e profissionais da saúde dentro. Além disso, a Fatec também foi atingida, obrigando a interrupção das aulas. Por sorte, não houve vítimas fatais, mas a situação foi de extrema preocupação.
A comentarista Madeleine Lasko, do UOL, expressou sua indignação com a falta de respostas por parte da empresa de energia Enel. Segundo ela, não é a primeira vez que a companhia falha em situações extremas. O governo federal determinou um prazo de três dias para a normalização dos serviços, e a Controladoria-Geral da União abrirá uma auditoria para fiscalizar o cumprimento das obrigações da empresa.
No ano passado, a Enel já havia apresentado problemas semelhantes. Executivos não tiveram seus bônus afetados, funcionários continuaram a receber participação nos lucros e distribuição de dividendos não foi interrompida. Diante disso, Madeleine questiona se a empresa terá alguma motivação para mudar seu comportamento sem medidas efetivas por parte do governo.
A falta de comunicação durante a crise também foi destacada pela comentarista. Sem acesso a meios de comunicação, os moradores de Cotia ficaram sem informações sobre a extensão do problema e como proceder. A rua interditada por árvores e postes caídos dificultou até mesmo a locomoção dos moradores.
Diante desses acontecimentos, é essencial que as autoridades e as empresas responsáveis tomem medidas concretas para evitar que situações como essa se repitam no futuro, garantindo a segurança e o bem-estar da população de Cotia.