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Maduro anuncia realização do primeiro Congresso Mundial Antifascista com presença de líderes internacionais

Evento mundial antifascista de grande magnitude é anunciado por Maduro

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou a realização do “primeiro Congresso Mundial Antifascista” nos dias 10 e 11 de setembro. O evento contará com a presença de 300 convidados de diversos países, incluindo grandes comunicadores, intelectuais e líderes do movimento antifascista.

Além disso, no último dia 15 de agosto, o Parlamento venezuelano, controlado pelo chavismo, aprovou a “Lei de Fiscalização, Regularização, Atuação e Financiamento das Organizações Não Governamentais e Organizações Sociais Sem Fins Lucrativos”. Esta foi a primeira medida de um pacote solicitado por Maduro após a controvérsia gerada por sua reeleição.

A oposição, por sua vez, reivindica a vitória de González, que recentemente chegou a Madri como asilado político, após receber um salvo-conduto que Maduro afirma ter participado. A situação política no país permanece tensa e com divergências profundas entre os diferentes setores.

Uma das propostas mais polêmicas em tramitação é a “Lei contra o fascismo, neofascismo e expressões similares”, que prevê a ilegalização de partidos e multas de até 100 mil dólares (R$ 560 mil) para empresas, organizações ou meios de comunicação que financiem atividades ou divulguem informações consideradas como incitação ao fascismo. Ainda há resistência e o adiamento da discussão várias vezes evidencia a complexidade do tema.

O governo também propõe a regulação das redes sociais, que são vistas como potenciais meios de incitação a insurreições. Desde 8 de agosto, a plataforma X foi restrita na Venezuela, como parte das medidas para controlar a disseminação de informações consideradas prejudiciais ao país.

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