Comissão discute abordagem humanizada da PRF a indivíduos autistas, buscando inclusão e respeito na interação policial.

O requerimento para a realização do debate foi feito pelo deputado Luiz Couto (PT-PB), que ressaltou a importância de lutar pelos direitos das pessoas autistas e construir políticas públicas para esse segmento. A audiência pública contará com a presença de diversos convidados, incluindo o presidente de honra do Movimento Orgulho Autista Brasil, Inspetor Fernando Cotta, o representante do projeto PRF Amiga dos Autistas, Igor Carvalho Ramos, o coordenador do Movimento Orgulho Autista Brasil, Alexandre Figueiredo, e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da PRF-DF, Teógenes Abreu.
O encontro está marcado para a próxima quarta-feira, dia 16, às 14h30, e ocorrerá no plenário 9 da Câmara dos Deputados. A pauta completa da audiência pública pode ser conferida no site oficial do órgão legislativo.
A proposta de tornar a Polícia Rodoviária Federal uma “Amiga dos Autistas” é uma iniciativa importante para promover a inclusão e garantir o respeito aos direitos das pessoas autistas nas rodovias federais. Ao adotar uma abordagem humanizada, oferecer treinamento adequado aos policiais e disponibilizar informações através de cartilhas, a PRF busca conscientizar os agentes sobre as necessidades específicas dessas pessoas e garantir que sejam tratadas com respeito e dignidade durante as abordagens.
Essa ação da Polícia Rodoviária Federal é um exemplo de como é possível promover a inclusão e garantir a igualdade de direitos às pessoas com deficiência. Ao oferecer treinamento e conscientização aos policiais, a PRF está trabalhando para garantir uma sociedade mais inclusiva e justa, onde todas as pessoas sejam tratadas com dignidade.
A realização dessa audiência pública é uma oportunidade para debater o projeto “PRF Amiga dos Autistas” e buscar soluções efetivas para a inclusão das pessoas autistas nas rodovias federais. É fundamental que as políticas públicas sejam construídas em conjunto com os representantes do movimento autista e que as necessidades dessas pessoas sejam levadas em consideração em todas as etapas do processo. Somente através do diálogo e da parceria entre os poderes públicos e a sociedade civil é possível garantir a efetivação dos direitos das pessoas autistas.