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Criador do Rock in Rio defende inclusão do sertanejo e afirma: ‘Tem que ter todo mundo’ para agradar público







Roberto Medina responde às críticas sobre inclusão de sertanejo no Rock in Rio

Roberto Medina responde às críticas sobre inclusão de sertanejo no Rock in Rio

O criador do aclamado festival Rock in Rio, Roberto Medina, concedeu uma entrevista coletiva em Lisboa, onde se inicia a edição que celebra 20 anos do evento no país, e abordou as críticas recebidas devido à inclusão de shows de sertanejo na programação da próxima edição, em setembro.

Para Medina, a questão central não deveria ser “por que sertanejo?”, mas sim “por que não sertanejo?”. Ele justificou a decisão, apontando que o gênero é o mais ouvido no Brasil, refletindo a pluralidade musical do país.

Antes de abrir espaço ao sertanejo, o Rock in Rio ampliou sua diversidade ao incluir artistas de rap e funk, em resposta à demanda do público. Apesar disso, críticas surgiram, como no caso de Anitta, que em anos anteriores se manifestou contra a inclusão do funk na programação do festival.

Por outro lado, há uma parte do público que expressa descontentamento com a presença de artistas de outros gêneros musicais, argumentando que o foco no rock, característico do festival, tem se diluído ao longo dos anos.

“É importante ter diversidade no festival. Dizer que o rock se transformou em pop é mentira. O Rock in Rio sempre foi e continuará sendo um evento plural e abrangente”, afirmou Medina em defesa da programação diversificada do festival.

O jornalista participou da coletiva a convite do Rock in Rio.


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