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Há um ano, a pequena Emily Hand, de 10 anos, era sequestrada no kibutz de Be’eri, em Israel. O cativeiro deixou marcas profundas na sua vida, um trauma causado pelo tempo em que esteve nas mãos do movimento palestino Hamas.
Em entrevista emocionante, Emily conta que ainda sente a dor e a angústia daqueles dias de terror. “Faz um ano que não consigo respirar, nem por um minuto. Mas dizem que uma tempestade não te atinge duas vezes, já perdi o medo no campo atrás da minha casa”, desabafa a menina.
Ela faz parte das estatísticas de um dos maiores sequestros da região, quando 251 pessoas foram capturadas por comandos do Hamas em 7 de outubro de 2023, no sul de Israel.
A comunidade internacional se mobilizou na época em busca dos sequestrados, mas Emily e os demais reféns enfrentaram dias de incerteza e temor. A libertação deles foi um alívio, porém as sequelas psicológicas permanecem, mesmo um ano depois do ocorrido.
O caso de Emily Hand é um lembrete das consequências devastadoras de conflitos como esse, que deixam marcas indeléveis nas vidas das vítimas. A esperança agora é que ela e as outras pessoas sequestradas encontrem apoio e superem os traumas vividos.