
A Justiça de São Paulo não concedeu a Duda Lima uma medida protetiva solicitada contra Nahuel Medina. Lima é marqueteiro de Ricardo Nunes (MDB), prefeito de São Paulo e candidato à reeleição. Na última segunda (23), Lima levou um soco de Medina, que é cinegrafista do também candidato Pablo Marçal (PRTB).
O que aconteceu
Juíza avaliou que elementos apresentados eram “insuficientes” para concessão da medida protetiva. Segundo Tânia Silveira, Medina possui endereço fixo, exerce atividade lícita e não sinalizou intenção de fugir, entre outros fatores.
Entendimento é de que soco foi atitude “isolada e pontual”. Na decisão sobre o caso, Tânia afirma que não há notícia de “ameaças prévias” nem outros elementos indicativos de perseguição por parte de Medina a Lima.
Após a briga envolvendo Duda Lima e Nahuel Medina, a Justiça de São Paulo se pronunciou quanto à solicitação de uma medida protetiva por parte de Lima. A decisão da juíza Tânia Silveira foi de que os elementos apresentados não eram suficientes para justificar a concessão dessa medida.
Segundo a juíza, Nahuel Medina possui endereço fixo, emprego regular e não demonstrou intenção de fugir ou de representar uma ameaça à integridade de Duda Lima. A avaliação da magistrada foi de que o soco desferido por Medina foi considerado um ato isolado e pontual, sem indícios de perseguição premeditada.
A briga envolvendo o marqueteiro e o cinegrafista ocorreu durante a campanha eleitoral em São Paulo, onde Ricardo Nunes e Pablo Marçal são candidatos. A repercussão do incidente levou à solicitação de uma medida protetiva por parte de Lima, que não foi concedida pela Justiça paulista.