
Em destaque: O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a primeira-dama, Janja Lula da Silva, estão prestes a embarcar para uma viagem à Europa, mais especificamente para a Suíça e a Itália. Essa viagem tem despertado controvérsias nas redes sociais, com teorias de que o motivo seria a celebração do Dia dos Namorados no Brasil, que ocorre em 12 de junho.
A agenda do presidente inclui participações em dois eventos oficiais de grande importância. Primeiramente, Lula marcará presença no Fórum Inaugural da Coalizão Global para a Justiça Social, durante a 112ª Conferência Internacional do Trabalho, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, Suíça. Ele foi convidado para ser co-presidente desta coalizão, o que o torna o orador inicial deste evento.
Posteriormente, o casal presidencial seguirá para Borgo Egnazia, na Itália, onde se reunirá com líderes do G7. Lula já foi convidado para participar da cúpula desse grupo por diversas vezes, reforçando a importância do Brasil como interlocutor internacional.
Além das reuniões formais, o presidente terá encontros bilaterais com autoridades importantes, como o papa Francisco, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, e a presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, entre outros.
É importante ressaltar que a Secretaria de Comunicação da Presidência e a assessoria da primeira-dama reforçaram a seriedade das agendas de Lula, lamentando qualquer tentativa de distorcer o propósito da viagem.
Participação na coalizão da OIT
Apesar das críticas nas redes sociais, a presença de Lula na Europa busca fortalecer as relações internacionais do Brasil e seu papel em discussões relevantes como as da OIT e do G7. A viagem, que inicialmente estava condicionada ao cenário climático no Rio Grande do Sul, foi confirmada recentemente e promete ser muito produtiva para o país.