
Se o presidente da Argentina governar a Argentina já está de bom tamanho não tenta governar o mundo.
Lula, presidente do Brasil
Lula defende prisão de foragidos
Lula defendeu a prisão dos 60 foragidos do 8/1. Na semana passada, a chanceler da Argentina, Diana Mondino, enviou ao Itamaraty uma lista com mais de 60 fugitivos investigados ou condenados pelos ataques de 8 de Janeiro. “Se os caras não quiserem vir que fiquem presos lá, fiquem presos na Argentina. Senão venham para cá.”
O tema, afirmou é tratando “da forma mais diplomática possível”. “Você tem uma parte já condenada, essa parte tanto o ministro Lewandowski, quanto o Andrey da Polícia Federal, mais o Mauro Vieira do Itamaraty, estão discutindo”, afirmou.
Lula não quer problemas com Milei
Segundo o UOL apurou, Lula não quer pressionar o presidente argentino Javier Milei. Fontes diplomáticas afirmam que o caso —encarado como inédito e sensível— tem potencial de provocar problemas entre os países vizinhos, se o governo do ultraliberal aceitar os 80 pedidos de refúgio político feitos à Argentina por condenados e investigados pelos atos golpistas.
Recentemente, o ex-presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, fez declarações polêmicas sobre a postura do presidente da Argentina, Javier Milei. Lula afirmou que “se o presidente da Argentina governar a Argentina já está de bom tamanho, não tenta governar o mundo”. Essa declaração veio em meio a um debate diplomático envolvendo a extradição de foragidos do país vizinho.
Lula defendeu publicamente a prisão dos 60 foragidos do evento do dia 8 de janeiro, no qual houve ataques e condenações. Segundo fontes diplomáticas, o ex-presidente brasileiro tem adotado uma postura cautelosa para evitar problemas com Milei, considerando o potencial de atritos entre os dois países.
O tema da extradição dos foragidos tem sido tratado de forma diplomática, com autoridades brasileiras e argentinas discutindo as melhores abordagens para lidar com a situação. Lula deixou claro que deseja evitar qualquer conflito com Milei, apesar das pressões externas para que a Argentina aceite os pedidos de refúgio político feitos por condenados e investigados pelos eventos do 8 de janeiro.