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Presidente da Comissão de Direitos Humanos se manifesta sobre denúncias de assédio envolvendo ministro dos Direitos Humanos

06/09/2024 – 15:41

Mário Agra/Câmara dos Deputados

Daiana Santos, presidente da Comissão de Direitos Humanos

A presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), divulgou nota nesta sexta-feira (6) sobre as denúncias de assédio sexual envolvendo o ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida.

No texto, a deputada afirma “não poder ignorar a gravidade das denúncias, que envolvem uma questão tão delicada como o assédio sexual, especialmente contra mulheres negras, que historicamente enfrentam descredibilização em suas denúncias relacionadas ao gênero e à raça”.

A nota destaca ainda o princípio da presunção da inocência, o direito ao contraditório, à ampla defesa e a apuração dos fatos. “As denúncias feitas por essas mulheres devem ser ouvidas e investigadas de forma séria e justa, respeitando o devido processo”.

A comissão se colocou ainda à disposição para colaborar com a apuração dos fatos.

Em nota, o ministro Sílvio Almeida repudiou as acusações e as classificou de “mentiras”. “Repudio tais acusações com a força do amor e do respeito que tenho pela minha esposa e pela minha amada filha de 1 ano de idade, em meio à luta que travo, diariamente, em favor dos direitos humanos e da cidadania neste País”.

Da Redação – GM


Como jornalista, é importante cobrir eventos e notícias atuais que impactam a sociedade. Neste contexto, a presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), divulgou uma nota nesta sexta-feira (6) abordando as denúncias de assédio sexual envolvendo o ministro dos Direitos Humanos, Sílvio Almeida.

Em sua declaração, a deputada ressaltou a seriedade das denúncias, destacando a importância de ouvir e investigar as acusações feitas pelas mulheres envolvidas, especialmente no caso de mulheres negras que historicamente enfrentam desafios ao relatar casos de assédio relacionados à questão de gênero e raça. A nota enfatizou também princípios fundamentais como a presunção da inocência, o contraditório, a ampla defesa e a necessidade de uma investigação justa e imparcial dos fatos.

Além disso, a Comissão de Direitos Humanos se colocou à disposição para colaborar com as investigações, demonstrando um compromisso com a transparência e a justiça. Por sua vez, o ministro Sílvio Almeida repudiou veementemente as acusações, classificando-as como “mentiras”, e reforçou seu compromisso diário com a defesa dos direitos humanos e da cidadania no país.

Diante desse cenário, é essencial que as denúncias sejam tratadas com seriedade e que haja uma investigação rigorosa para esclarecer os fatos. A sociedade aguarda por respostas e medidas que garantam a proteção e a justiça para todas as partes envolvidas nesse caso tão delicado. Este é um momento crucial para a defesa dos direitos humanos e para combater qualquer forma de violência e discriminação.

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