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Aumento de casos de coqueluche preocupa autoridades de saúde no Rio de Janeiro: vacinação abaixo da meta pode estar relacionada




Rio de Janeiro registra aumento de casos de coqueluche

Recentemente, a cidade do Rio de Janeiro voltou a registrar casos de coqueluche, uma doença respiratória altamente contagiosa que estava fora de circulação desde 2021. De acordo com dados da Secretaria de Saúde, já foram contabilizados 100 casos neste ano, um número surpreendente se comparado com o total de 94 casos registrados entre 2016 e 2023.

Os sintomas da coqueluche incluem uma tosse seca e persistente, muitas vezes acompanhada de chiado. Essa tosse vem em crises que podem durar até seis semanas e se repetir várias vezes ao dia.

Segundo as estatísticas, a região da Zona Sul é a mais afetada, com 39 casos, seguida por Barra, Jacarepaguá, Méier, Inhaúma, Tijuca, Penha, Ramos e Ilha. A faixa etária mais atingida pela doença é a de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, somando 40 casos.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a coqueluche, no entanto, a cobertura vacinal nos postos de saúde está abaixo da meta estabelecida. A vacina pentavalente é a recomendada para imunizar as crianças contra a coqueluche, além de proteger contra difteria e tétano.

Para os bebês, é indicado que recebam três doses da vacina aos dois, quatro e seis meses de idade, seguidas de reforços aos 15 meses e aos 4 anos com a vacina DTP.

Secretaria de Saúde alerta para o aumento de casos de coqueluche
Vacinação no Rio. Reprodução: Prefeitura do Rio de Janeiro

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