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Pedido de prisão contra opositor Edmundo González por crimes de conspiração e sabotagem em Caracas gera polêmica e investigação.






Artigo Jornalístico

Investigação contra opositor venezuelano gera polêmica

No documento vazado, há todos os detalhes pelos quais Edmundo não compareceu para preservar a sua integridade física, sua liberdade, sua vida. E, tendo em conta que não há garantias institucionais neste momento, para que ele [González] compareça.

José Vicente Haro em entrevista a jornalistas

O pedido de prisão foi feito pela Procuradoria-Geral em Caracas na segunda (2). O documento que solicita a prisão fala em crimes de conspiração e sabotagem ao sistema.

A manifestação do MP venezuelano ocorreu depois que o opositor faltou à terceira convocação da Justiça. Ele responderia por usurpação de funções, falsificação de documento público, instigação à desobediência às leis, associação para cometer um crime e conspiração.

A investigação também mira o site lançado pela oposição com as supostas atas da eleição, nunca divulgadas oficialmente pelo CNE (Conselho Nacional Eleitoral). O portal mantido pelos oposicionistas mostra que González venceu a eleição.

Investigação contra opositores

Edmundo González foi intimado a comparecer no início de agosto ao TSJ (Tribunal Superior de Justiça da Venezuela), poucos dias depois das eleições. O procurador-geral Tarek William Saab informou ter aberto uma investigação contra o opositor de 74 anos e Maria Corina Machado, de 56, por suposta prática de usurpação de funções, instigação à insurreição e conspiração, entre outros crimes.


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