
Investigação particular aponta possíveis indícios de rapto ou desaparecimento grave
Os advogados da família de Edson Davi solicitam que a polícia civil leve em consideração um relatório elaborado após ouvir 17 testemunhas e analisar vídeos e fotos indicadas por Marize, mãe do menino desaparecido. De acordo com as informações apresentadas, todas as pessoas presentes na praia naquele dia negam ter visto Davi entrar no mar. Portanto, a investigação particular conclui que não há evidências que apontem para um possível afogamento, e solicita novos fatos e evidências caso alguém afirme o contrário.

A investigação encomendada também levanta a possibilidade de envolvimento de estrangeiros no caso, citando uma bola que poderia ter sido utilizada para atrair o menino, mesmo após a saída dos estrangeiros da praia. Inicialmente, os policiais descartaram um estrangeiro como suspeito, pois câmeras mostraram Davi indo em direção à areia enquanto o estrangeiro deixava o local.
Em resposta à imprensa, a Polícia Civil declarou que as investigações estão em andamento e ressaltou que não há registros de imagens do menino saindo da praia. Diversas linhas de investigação foram consideradas, incluindo apurações em outros estados. A Delegacia de Descoberta de Paradeiros ouviu familiares e testemunhas, mas até o momento não há indícios conclusivos sobre o paradeiro de Edson Davi.
Apesar de não mencionar afogamento, a nota da polícia reforça que o menino não saiu da praia, com testemunhas relatando diferentes versões sobre a presença de Davi na água. O Corpo de Bombeiros informa que continua atuando no caso, ampliando as buscas para todo o estado do Rio de Janeiro e mantendo equipes de guarda-vidas preparadas para novos indícios de desaparecimento.