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Boulos adota tom messiânico em evento evangélico e ataca adversários Pablo Marçal e Ricardo Nunes, chamando-os de “falsos profetas”

Guilherme Boulos adota tom messiânico em evento com evangélicos

No último dia 26, o candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), participou de um evento com evangélicos, onde adotou um tom messiânico para criticar seus adversários, Pablo Marçal (PRTB) e Ricardo Nunes (MDB), chamando-os de “falsos profetas”. Boulos afirmou: “Vai vir gente, falso profeta, não são poucos, vocês sabem de quem eu tô falando […] Vai ter gente inventando as mesmas mentiras de sempre”. Ao ser questionado pela imprensa sobre quem seriam os falsos profetas, Boulos citou Marçal e Nunes, principais adversários com quem o psolista tenta polarizar.

O evento teve como objetivo aproximar o candidato do eleitorado evangélico, segmento em que Boulos está atrás nas pesquisas de intenção de voto. Cerca de 150 pastores e fiéis progressistas de igrejas como Assembleias de Deus, Universal e Unidos em Cristo estiveram presentes no encontro que ocorreu em um hotel na zona oeste de São Paulo.

Há indícios de fraude na eleição na Venezuela

Além de criticar seus adversários, Boulos também abordou o tema da eleição na Venezuela, afirmando que há indícios de fraude. Ele declarou: “Hoje tá absolutamente claro, temos indícios bastante suficientes pra dizer que houve fraude na eleição da Venezuela. Tanto é que o Itamaraty, do governo do presidente Lula, que é um governo de esquerda, não reconheceu o governo do Maduro”. O candidato também rebateu críticas sobre sua posição em relação à ditadura de Nicolás Maduro, afirmando: “Eu tenho posição clara sobre Venezuela e, mesmo dizendo a minha posição, avaliando que houve fraude, ficam insistindo em perguntas sobre o assunto”.

Além disso, Boulos criticou Marçal e Nunes, alegando que ambos têm comportamentos antidemocráticos. Ele disparou: “Temos um candidato, o Pablo Marçal, que é avesso a qualquer tipo de democracia. Temos o atual prefeito, que diz que o 8 de janeiro não foi golpe”. Boulos demonstrou irritação com questionamentos da bancada do Roda Viva sobre o assunto.

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