
O Ministério da Saúde palestino informou neste domingo (22) que o número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 4.651 vítimas. Destas, 40% seriam crianças. Em Israel, foram confirmadas em torno de 1,4 mil mortes e mais de 4 mil feridos, a maior parte deles no dia 7.
Nesta madrugada, mais de 50 palestinos foram mortos em ataques aéreos à Faixa de Gaza, segundo autoridades médicas palestinas. Israel tinha avisado que iria intensificar os ataques no norte de Gaza, mas o sul também foi alvo de novos bombardeios.
A violência na região vem se intensificando nos últimos dias, com os dois lados promovendo ataques cada vez mais intensos. Os números de mortos e feridos não param de aumentar, e a população civil é a mais afetada.
Os ataques aéreos, realizados por Israel, têm como objetivo destruir as instalações do Hamas na Faixa de Gaza. No entanto, as autoridades palestinas afirmam que a maioria das vítimas são civis inocentes, incluindo muitas crianças.
Os ataques do Hamas a Israel também têm causado vítimas fatais e feridos, porém em menor escala. O grupo terrorista utiliza foguetes de fabricação caseira, que podem ser menos precisos, mas ainda assim representam uma ameaça à população israelense.
A comunidade internacional tem se manifestado em repúdio à escalada de violência e tem pedido um cessar-fogo imediato. O Conselho de Segurança das Nações Unidas realizou diversas reuniões de emergência, porém ainda não houve um acordo entre as partes envolvidas.
Enquanto isso, a população de Gaza segue vivendo sob constantes bombardeios e sem acesso a serviços básicos de saúde e saneamento, devido à destruição das infraestruturas locais. A situação humanitária é alarmante e requer uma ação urgente da comunidade internacional.
É importante destacar que as informações sobre o número de mortos e feridos são baseadas em relatos das autoridades palestinas e israelenses, e podem variar conforme o desenrolar da situação. O conflito entre Israel e o Hamas já dura semanas e ainda não há uma perspectiva de que um acordo de paz seja alcançado a curto prazo.