Variante 1 da mpox não é uma nova covid, afirma diretor regional da OMS para a Europa em comunicado importante.

Kluge enfatizou que a mpox não deve ser encarada como uma “nova covid”, mas sim como uma enfermidade que pode ser controlada com as medidas corretas. Segundo ele, a variante 2 já é conhecida e medidas eficazes contra a doença foram implementadas com sucesso no passado. No entanto, a variante 1 ainda requer mais estudos e aprendizados.
O diretor da OMS na Europa também ressaltou a importância da mudança de comportamento da população para controlar a propagação da doença. Ele destacou o papel da vacinação e das ações não discriminatórias de saúde pública. Kluge lembrou os desafios enfrentados no passado, quando a Europa registrou cerca de 100 novos casos da variante 2 por mês, devido à falta de compromisso e recursos.
Em relação à nova emergência global provocada pela variante 1, Kluge ressaltou a necessidade de fortalecer a vigilância e o diagnóstico de casos. Ele também enfatizou a importância de emitir recomendações de saúde pública embasadas na ciência, sem estigmatização ou discriminação.
O diretor da OMS na Europa enfatizou a necessidade de uma resposta coordenada, especialmente na região africana, onde a doença foi declarada uma emergência continental. Kluge destacou a importância da solidariedade e cooperação entre os países para enfrentar a situação de forma eficaz, com aquisição de vacinas e medicamentos antivirais adequados.
Em resumo, Kluge enfatizou a importância de reforçar a vigilância contra a nova variante 1, ao mesmo tempo em que se esforça para eliminar a variante 2 do continente. A cooperação internacional e a solidariedade são fundamentais para superar os desafios enfrentados pela comunidade global diante da mpox.