
Marçal prova ser bolsonarista raiz ao cometer crimes eleitorais em série e dar uma banana para a Justiça Eleitoral. A maior prova de que ele é fruto do bolsonarismo é que ele bota o pé na porta da Justiça Eleitoral contando que ela opere dentro da institucionalidade, que muitas vezes é lenta, infelizmente.
Sabendo como funcionam os meandros e a construção de argumento, Marçal acaba ignorando decisão judicial e faz de novo, contando que, se ganhar a eleição ficará mais difícil para a Justiça Eleitoral impugnar sua candidatura com milhões de votos.
Ele bebe onde Bolsonaro fez e dá sequência. Isso mostra para que servem as regras eleitorais, que deveriam evitar que este tipo de comportamento criminoso influencie as eleições. Leonardo Sakamoto, colunista do UOL
Para Sakamoto, está claro que Marçal cometeu irregularidades, embora o candidato do PRTB negue as acusações – porém, há gravações nas quais ele mesmo admitiu a prática ilegal.
Marçal inunda a internet com esses recortes. Tudo o que ele fala tem milhões de visualizações e impacto junto às pessoas. Marçal passa a ser alguém conhecido utilizando essa rede de pessoas que precisam de dinheiro e fazem isso para ele.
A campanha está autorizada a ir à rua agora. Antes disso, não podia fazer este tipo de promoção. Na prática, Marçal pegou um grupo de pessoas e fez o equivalente a botar um anúncio no jornal ou em um intervalo comercial, ou colocar um carro de som falando do candidato pelas ruas. Só que isso tudo são elementos antigos. No caso dos recortes, é uma forma nova e esperta, mas ilegal. Leonardo Sakamoto, colunista do UOL
Marçal está no centro de uma polêmica envolvendo crimes eleitorais, demonstrando sua afinidade com o bolsonarismo e desrespeito à Justiça Eleitoral. Ao desconsiderar decisões judiciais e repetir práticas ilegais, o candidato do PRTB coloca em xeque a transparência e lisura do processo eleitoral.
Para o colunista Leonardo Sakamoto, Marçal utiliza de estratégias ilegais para promover sua candidatura, como a divulgação massiva de conteúdo na internet, buscando impactar o público e ganhar visibilidade. Essas ações desrespeitam as normas eleitorais e podem influenciar negativamente nas eleições.
A atitude de Marçal em desafiar a Justiça Eleitoral e fazer uso de práticas ilegais para se promover demonstra o desrespeito às instituições democráticas e a busca por vantagem de forma antiética. A gravidade dessas ações deve ser analisada com cuidado, visando garantir a lisura e a legitimidade do processo eleitoral.