
Polícia ainda investiga por que homem explodiu naquele ponto de Tel Aviv, relativamente vazio.
A investigação busca entender se o dispositivo explosivo foi acionado acidentalmente e se o alvo seria um local mais povoado, disseram agentes ao jornal Ynet.
Hamas reivindica autoria
Hamas disse que operação foi feita em conjunto com a Jihad Islâmica Palestina. A reivindicação de responsabilidade ocorreu horas depois que a polícia confirmou que o atentado estava relacionado a motivações terroristas.
Grupo extremista ainda afirmou que atentados suicidas continuarão em resposta aos ataques israelenses na Faixa de Gaza. ”Os atentados em Israel voltarão a ficar em primeiro plano enquanto persistirem os massacres do ocupante [israelense], as operações de transferência forçada de civis e a política de assassinatos”, acrescentou.
Atentados suicidas têm sido raros. Ataques desse tipo eram muito frequentes durante a Segunda Intifada, revolta palestina ocorrida no início dos anos 2000.
Ataque em meio às negociações de cessar-fogo
”Momento decisivo”, falou Antony Blinken, chefe da diplomacia americana. O diplomata está em sua nona viagem pelo Oriente Médio para tentar um cessar-fogo entre Israel e Hamas, que protagonizam um conflito desde o dia 7 de outubro de 2023.
No último incidente em Tel Aviv, um homem explodiu em um ponto da cidade que estava relativamente vazio, deixando as autoridades policiais em alerta. Até o momento, a polícia ainda está investigando por que o homem decidiu realizar o ato explosivo naquele local especificamente. Segundo agentes citados pelo jornal Ynet, a investigação busca entender se o dispositivo explosivo foi acionado acidentalmente e se o alvo original seria um local mais populoso da região.
Além disso, o grupo extremista Hamas reivindicou a autoria do atentado, afirmando que a operação foi realizada em conjunto com a Jihad Islâmica Palestina. Esta reivindicação ocorreu horas depois que a polícia confirmou que o incidente estava relacionado a motivações terroristas. O Hamas ainda declarou que os ataques suicidas continuarão como resposta aos ataques israelenses na Faixa de Gaza.
Os ataques suicidas têm sido raros, sendo mais comuns durante a Segunda Intifada, uma revolta palestina que ocorreu no início dos anos 2000. Este último incidente em Tel Aviv ocorre em meio às negociações de cessar-fogo entre Israel e Hamas. O chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, descreveu o momento como decisivo, destacando que está em sua nona viagem pelo Oriente Médio em busca de um acordo de cessar-fogo entre as partes em conflito.
Assim, a situação no Oriente Médio permanece tensa, com a violência persistindo e a esperança de um acordo de paz ainda incerta.