
Silvestre é agredido e esfaqueado por conhecido
O psicólogo Silvestre foi brutalmente agredido fisicamente e depois esfaqueado por um conhecido, revelou a delegada Cysneiros durante a investigação do crime. Segundo o relato, o agressor, que havia sido acolhido e ajudado por Silvestre no passado, demonstrou uma crueldade chocante, sem arrependimento.
A relação entre o agressor e a vítima era antiga, visto que o psicólogo conhecia o assassino desde a infância. A delegada ressaltou que o investigado era considerado uma pessoa de total confiança de Silvestre. A família do agressor é da cidade de Serra, onde o psicólogo mantinha uma comunidade terapêutica.
O agressor já havia sido internado na casa de Silvestre, que oferecia tratamento para dependência química, por seis meses quando era adolescente. No entanto, ele decidiu sair e acabou se envolvendo em práticas criminosas, o que resultou em um histórico de apreensões, internações e até prisão.
Apesar de ter sido solto recentemente, o agressor procurou Silvestre em busca de ajuda. O psicólogo chegou a ajudá-lo financeiramente, pagando seu aluguel enquanto ele trabalhava em uma lanchonete na região.
No dia do crime, o agressor foi até a casa de Silvestre sob pretexto de fazer reparos, porém acabou cometendo o ato violento. Posteriormente, ele utilizou os cartões do psicólogo para fazer compras, incluindo roupas e um par de alianças, levantando a suspeita de um possível pedido de casamento para sua namorada.
O psicólogo Silvestre foi sepultado em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo, em uma cerimônia emocionante. A comunidade terapêutica, em que ele atuava, compartilhou nas redes sociais palavras de despedida e gratidão pela convivência com o profissional.