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Carnificina no Oriente Médio: mais de 120 mortos em ataques israelenses em Gaza, Líbano e enclave palestino

No norte do enclave, outras 12 pessoas morreram em um ataque a uma área residencial de al-Faluja. Sete delas eram da mesma família, segundo a agência de Defesa Civil palestina.

Ao menos 55 pessoas morreram nesta terça (15) em ataques israelenses em Gaza. A informação é do Ministério da Saúde do enclave, que contabiliza 42.344 mortos em um ano de guerra.

Ataques também mataram pai, mãe e filhos no Líbano. Na cidade de Jarjouh, no norte do país, quatro pessoas da mesma família foram mortas em outro bombardeio israelense nesta terça. Ao menos 200 ataques aéreos foram disparados contra o Líbano nas últimas 24 horas, segundo o exército israelense.

Ordens de evacuação de Israel atingem 25% do Líbano. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, cerca de 1,2 milhão de pessoas já deixaram as próprias casas.

A situação no Oriente Médio continua crítica, com ataques em Gaza e Líbano causando cada vez mais vítimas. Somente no norte do enclave, 12 pessoas perderam a vida em um ataque a uma área residencial de al-Faluja. Tragicamente, sete dessas vítimas eram membros da mesma família, conforme relatado pela agência de Defesa Civil palestina.

Em Gaza, a violência se intensificou, com pelo menos 55 mortes registradas somente nesta terça-feira (15) devido aos ataques israelenses. O Ministério da Saúde do enclave informa que o total de mortos já chega a alarmantes 42.344 após um ano de guerra.

No Líbano, a violência também deixou um rastro de destruição, com um bombardeio israelense ceifando a vida de um pai, uma mãe e seus filhos na cidade de Jarjouh. Outras quatro pessoas da mesma família foram mortas nesta tragédia. O exército israelense lançou aproximadamente 200 ataques aéreos contra o Líbano nas últimas 24 horas, agravando ainda mais a situação na região.

A gravidade da situação levou a ordens de evacuação emitidas por Israel, que impactaram cerca de 25% do território libanês. De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados, aproximadamente 1,2 milhão de pessoas já foram obrigadas a deixar suas casas em meio ao conflito.

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