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Procuradoria Eleitoral pede cassação do governador Cláudio Castro por gastos ilícitos na campanha de 2022, totalizando mais de 1 milhão.

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Foto: Daniel Martins/Diário do Rio

Segundo informações obtidas por Guilherme Amado do Metrópoles, o desembargador eleitoral Rafael Estrela Nóbrega do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) emitiu uma decisão no processo que acusa o governador Cláudio Castro e o vice-governador Thiago Pampolha de gastos ilícitos na campanha eleitoral de 2022, totalizando R$ 1.042.825,28. A Procuradoria Regional Eleitoral pede a cassação dos diplomas dos governantes e a declaração de inelegibilidade por oito anos.

Entre as irregularidades destacadas está a contratação de empresas fornecedoras de bens e serviços com um número reduzido de empregados, o que levanta suspeitas sobre a capacidade operacional. A Procuradoria também solicitou a quebra do sigilo bancário de seis empresas identificadas durante a investigação.

Como nem a Procuradoria Regional Eleitoral nem os advogados de Cláudio Castro e Thiago Pampolha apresentaram a lista de testemunhas no prazo estabelecido, o desembargador relator decretou a preclusão do direito de produção de prova testemunhal tanto para a acusação quanto para a defesa.

O magistrado concedeu um prazo adicional de cinco dias para a apresentação de provas documentais suplementares, se houver. No mesmo período, a Procuradoria deve informar se mantém o pedido de produção de prova pericial mencionada na denúncia. A pedido da defesa, a prestação de contas da campanha de 2022 será anexada ao processo.

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Diretor-Executivo do Diário do Rio e defensor do Carioca Way of Life



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