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Na última discussão sobre a taxação de encomendas internacionais de até US$ 50, o ministro Fernando Haddad viu-se envolvido em um cenário de avanços e recuos por parte do governo. Em abril de 2023, em meio à polêmica, Haddad declarou desconhecimento sobre a empresa Shein, popular no segmento de compras online.
A proposta de cobrança de impostos gerou turbulências, com anúncios seguidos de mudanças de planos, culminando na inclusão da medida em uma decisão legislativa distinta. Haddad, em momento algum, conseguiu se posicionar de forma favorável no debate, apesar de tentar justificar a taxação como forma de proteção à produção nacional.
O governo e o ministro falharam na gestão política, subestimando o impacto da medida e não apresentando argumentos convincentes para defendê-la. A oposição se beneficiou do desgaste provocado, enquanto Haddad enfrentava críticas e memes nas redes sociais.
O episódio revelou a falta de sintonia do governo em questões sensíveis à população. A resistência do ministro em relação à inclusão da carne na nova cesta básica da reforma tributária também foi alvo de críticas, evidenciando a desconexão com a realidade do país.
A campanha contra a taxação de encomendas internacionais abrange públicos diversos, dos mais ricos aos mais pobres, independentemente do conhecimento sobre marcas como a Shein. Tal debate reflete a insatisfação generalizada com a ineficiência estatal e a necessidade de um Estado mais enxuto e ágil.
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