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Inquérito de violência contra ex-companheira de filho de Lula é concluído sem indiciamentos pela Polícia Civil de São Paulo




Investigação policial conclui que filho de Lula não será indiciado por violência doméstica

Investigação policial conclui que filho de Lula não será indiciado por violência doméstica

No último dia 15 de junho, a Polícia Civil de São Paulo concluiu o inquérito que investigava Luis Claudio Lula da Silva, filho caçula do presidente Lula, por suspeita de violência contra uma ex-companheira. Após a investigação, não foram encontradas provas suficientes que fundamentassem um indiciamento, uma vez que não houve lesões físicas visíveis na vítima e a violência psicológica alegada não foi claramente comprovada.

O relatório da polícia foi encaminhado ao Ministério Público paulista, que agora terá que decidir sobre os próximos passos do caso. As opções incluem o arquivamento do inquérito, a realização de novas diligências para esclarecer eventuais dúvidas ou até mesmo a denúncia do filho do presidente se o promotor considerar que há elementos suficientes para isso.

A ex-companheira de Luis Claudio, a médica Natália Schincariol, havia registrado um boletim de ocorrência em abril, relatando um caso de violência doméstica. Ela afirmou ter sofrido uma cotovelada na barriga durante uma discussão em janeiro. No entanto, sem a realização de exames de corpo delito na época, não foi possível confirmar a agressão fisicamente.

Além disso, as mensagens anexadas ao inquérito pela ex-companheira não continham ofensas explícitas mencionadas no boletim de ocorrência, o que levantou dúvidas sobre a veracidade dos relatos de Natália. A polícia também investigou questões patrimoniais e litígios entre o casal, que podem ter contribuído para o desgaste da relação.

A defesa de Luis Claudio negou veementemente as acusações de violência contra a ex-mulher, afirmando que desde o término do relacionamento, em janeiro, ele tem sido atencioso com ela e jamais a agrediria.

Diante da repercussão do caso, a senadora Damares Alves e a deputada federal Rosangela Moro questionaram o silêncio de Lula e seus aliados sobre o assunto. Natália também relatou ter sido alvo de ataques nas redes sociais, mas reiterou sua posição e afirmou que ninguém mais a irá calar.


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