
Recentemente, um caso chocante envolvendo um animal chamado Joca chamou a atenção de todos. Joca, um cachorro que deveria realizar um trajeto de 2h30 de Guarulhos (SP) para Sinop (MT) pela companhia aérea Gol, acabou sendo enviado para Fortaleza (CE) por engano. Após o erro ser identificado, Joca foi embarcado de volta para Guarulhos, mas infelizmente chegou ao destino final já sem vida.
Segundo relatos, Joca ficou oito horas em uma caixa de transporte no porão de bagagens da aeronave. Imagens mostram o animal em Fortaleza, vivo dentro da caixa de transporte em um local com exposição ao sol, enquanto um homem interagia com ele. Uma garrafa de água estava ao lado da caixa, evidenciando que houve negligência no cuidado com o animal durante o transporte.
Diante dessa situação alarmante, o caso levanta questões sobre o tratamento adequado aos animais em viagens aéreas. O choque causado pela situação de estresse, calor e confinamento extremo pode levar a consequências devastadoras, como no caso de Joca.
A professora Denise Saretta Schwartz, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP, alerta para a gravidade do choque em animais e destaca a importância de medidas imediatas no tratamento. Ela ressalta que a identificação precoce e o tratamento adequado podem reverter a situação, mas ressalta que em casos de doenças pré-existentes a reversão é mais difícil.
O que aconteceu
O caso de Joca serve como alerta para a necessidade de maior atenção e cuidado com os animais durante viagens, garantindo que sua segurança e bem-estar sejam preservados em todas as etapas do processo.