Líderes partidários defendem retirada da urgência da regulamentação da reforma tributária para ajustes no texto antes da sanção.

Após intensas negociações no Congresso Nacional, os líderes partidários retomaram as discussões sobre a urgência da regulamentação da reforma tributária, representada pelo Projeto de Lei Complementar 68/2024. Esse projeto, dentre outras medidas, estabelece quais produtos da cesta básica serão isentos de impostos e introduz o conceito de cashback, que neste contexto se refere à devolução de tributos pagos por famílias de baixa renda.
O representante da oposição, Marcos Rogério (PL-RO), revelou que senadores estão sendo abordados por representantes de diversos setores da sociedade que pleiteiam alterações no texto aprovado pelos deputados. Por outro lado, o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), descartou atender a essas demandas no momento, visando assegurar a sanção da regulamentação da reforma tributária até o final deste ano.
A divergência de opiniões entre os parlamentares reflete a complexidade do tema e a necessidade de equilíbrio entre interesses divergentes. Enquanto a oposição busca ajustes no projeto para contemplar as demandas de diversos setores, o governo enfatiza a importância de garantir a aprovação da reforma tributária dentro do prazo estabelecido. Essa disputa de posicionamentos sinaliza um cenário de intensas negociações e debates no âmbito legislativo, com diferentes atores políticos buscando defender seus interesses e propostas.