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Manobra suspeita de remanejamento orçamentário de Nunes é investigada por possível fim eleitoral em São Paulo.






Investigação de obras públicas em São Paulo gera polêmica eleitoral

Promotores desconfiam que manobra teve “finalidades eleitorais”. Como se sabe, Nunes é pré-candidato à reeleição e o pedido de investigação cita diversas reportagens nas quais as obras são apontadas como “trampolim eleitoral” para 2024.

Inquérito foi aberto a pedido do PSOL. As vereadoras da Bancada Feminista fizeram a solicitação em outubro de 2023 e o Ministério Público entendeu que “a investigação merece ser aprofundada”. O inquérito foi aberto no último dia 3.

O PSOL é o partido de Guilherme Boulos, pré-candidato à prefeitura que está empatado com Nunes, segundo Datafolha Boulos tem 24% e Nunes, 23%. O último levantamento divulgado pelo Datafolha apontou que os dois estão empatados na liderança das intenções de voto, já que a pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais.

O que dizem os envolvidos

Está nítido que o interesse de Nunes, com o remanejamento orçamentário, era recapear a sua própria imagem para a população, já que ele é pré-candidato à Prefeitura e pouco conhecido pela população
Silvia Ferrari (integrante da Bancada feminista do PSOL), vereadora em São Paulo (SP)

Investigação de obras públicas em São Paulo gera polêmica eleitoral

O pedido de investigação sobre obras públicas em São Paulo gerou polêmica de cunho eleitoral, com promotores desconfiando que a manobra teve “finalidades eleitorais”. O prefeito Nunes, que é pré-candidato à reeleição, teve seu nome ligado às obras que foram apontadas como possíveis “trampolim eleitoral” para as eleições de 2024.

O inquérito foi aberto a pedido do PSOL, partido do pré-candidato à prefeitura Guilherme Boulos. As vereadoras da Bancada Feminista solicitaram a investigação em outubro de 2023, e o Ministério Público concordou que era necessário aprofundar as apurações, resultando na abertura do inquérito no último dia 3.

De acordo com o Datafolha, Boulos e Nunes estão empatados nas intenções de voto, com 24% e 23%, respectivamente. O levantamento apontou que a margem de erro é de três pontos percentuais, o que coloca os dois candidatos na liderança da disputa eleitoral.

Em declaração, Silvia Ferrari, integrante da Bancada Feminista do PSOL e vereadora em São Paulo, afirmou que “está nítido que o interesse de Nunes, com o remanejamento orçamentário, era recapear a sua própria imagem para a população, já que ele é pré-candidato à Prefeitura e pouco conhecido pela população”.


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