Metrô de Porto Alegre volta a funcionar em caráter emergencial após inundações, com capacidade limitada de passageiros
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A retomada emergencial não terá cobrança de passagem devido à inoperância dos sistemas de bilhetagem da Trensurb, afetados pelas recentes inundações. A empresa planeja retomar a cobrança dentro de 30 dias. O governo federal alocou R$ 164,3 milhões através da Medida Provisória 1.218/2024 para garantir a continuidade das operações do metrô.
Os ministros Paulo Pimenta e Waldez Góes participaram da primeira viagem de retomada ao lado do presidente da Trensurb, Fernando Marroni. Marroni destacou a importância da iniciativa, chamada de “Trilhos Humanitários”, para aliviar a pressão no sistema de mobilidade da região metropolitana. Pimenta ressaltou a conquista para normalizar os serviços essenciais no estado.
A operação contará com dois trens no trecho Mathias Velho – Unisinos e um trem de ida e volta entre Unisinos e Novo Hamburgo, com transbordo necessário na Estação Unisinos. No entanto, problemas persistem, como duas subestações de energia inoperantes, trechos da via férrea alagados e a necessidade de revitalização dos trilhos.
A Trensurb está trabalhando para retomar as operações com segurança, expandindo a operação para atender mais usuários. A empresa visa superar os desafios decorrentes das inundações e garantir o pleno funcionamento do metrô de Porto Alegre o mais breve possível.